“a minha música é o que ela quer ser”
Gilberto Gil

Minha poesia nasceu para ser assim como se é Sveglia
Minha poesia nasceu para ser
ser algo meu e dela
Eu não nasci, as vezes nasci pois quis
Eu não nasce se descobre
Cultura vive pois se grava
Eu não sou cultura
Eu, parto, para ser cultura
Eu me faço para nascer e depois ser sepultura.
Quero o rosto fogueado, o espelho octagenário
Quero o sentimento do valor da exepriências.
Eu serei um dia num dia morno Svéglia.
Ela foi seu início e seu fim ovo.
Eu serei nada, desde que a musa cante bem e mais E BEM MAIS ALTO em meus ouvidos
desde que me liberte e me libere dos mais postiços sentidos
que revolvem minha vista.
“Vai violeiro” “Voa meu sabiá”
Um dia ser o Svéglia da miha própria vida.
Centro e senhor do que se diz e atina.

Tiago Carneiro 23/11/2011

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