criar e deixar referências do que me inspira é uma preocupação
quero escrever
quero e preciso
escrevia porque precisava
escrevi pois naquela precisei
escrevo porque é preciso
escrevoporquepreciso
é um tudo junto e amalgamado
é o instante em que me permito estar sozinho
e colaborador de mim mesmo
sou voluntário de minha causa
sou arroubo da minha alma
sou o que me cria e criva em mim e própia inspiração

MI QUARTO
MI DESÓDEN
MI PROBLEMA

Eu me arrumo e postergo deslumbrado o gosto de fossa da inocência.
Sempre um
alimente o elemento que consome a emoção

Queria ser o Elfante no Fim de tempoda de caçada
perdido
sem o marfim das minha presas
sendo oprimido pelas feras e forcas
e facas que me despadaçam a carne
sou um elefante de mamute de osso
que sobrevive
que se move
e se move por pouco por pouco a pouco
e que deixa em si o pó preto da fuligem das fumaças dos carros arrotos cigarros mentolados que nos cercam do início ao fim da noite.

É como morrer e ser a última consciência ativa do futebol

quero deixar a marca indelével do elfante nas ancas maduras da loja de souvenir
pois sou o broche que não combina com nada
mas você tem porque gosta.

Então dada consciência eu maduro a idéia de ser algo

Tiago Felipe Viegas Carneiro 03/12/2011

Mais uma poesia inacabada desta noite
mas se vc leu já poesia

Anúncios

Deixe um comentário

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair /  Alterar )

Foto do Google+

Você está comentando utilizando sua conta Google+. Sair /  Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair /  Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair /  Alterar )

w

Conectando a %s