algo que vive

 

horizonte

 

 

Tem algo que vive

Tem algo anguloso que sorve a lama

Tem algo que sobre sobrevive

Se sobrepondo à alma

 

Momento que transpõe

E outro que solfeja calma

Coisa volúvel

Distância que lampeja minha face

 

Tem coisa que luze

E outra que clareia

 

Calma

Tem coisa que induz

E outra que golpeia sóbria

Conduz

 

 

Saber com o sabor do canino que se funde

gosto do sangue e palma

Tem momento que é difuso

E mostra além do destino desenhado na mão

 

Mostra a vida que une

eclode além do verso escasso de palavras.

Afaga

 

 

 

Tiago Felipe Viegas Carneiro 05/11/2014

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