MÃOS EM LUTA

 

mãos

 

 

Os ventos fornidos de cinza a comprimir mentes e estruturas

Os ventos das vestes pretas e verdes revolvidos pelos incautos

Essa falta do ato que se dá antes de falar

 

A chuva fria e cortante

O raio estrondoso de iluminuras grossas e certeiras

O corte concreto e certeiro do machado

A água ora apaziguadora ora revolta

Aconteça pelas mãos de quem agora é manifesto

seja na conversa versada

na lição aprendida e passada

na batida densa e pesada

é para quem quer e quem não quiser entender

que o necessário será feito por essa nova armada.

Tiago Felipe Viegas Carneiro 11/03/2016

Anúncios

Deixe um comentário

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair /  Alterar )

Foto do Google+

Você está comentando utilizando sua conta Google+. Sair /  Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair /  Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair /  Alterar )

Conectando a %s

This site uses Akismet to reduce spam. Learn how your comment data is processed.