Andaimes

 

 

Arrisco os andaimes áridos para seguir

e onde se encontrar

 

arvoredo sombra paragem

ser e onde se descansar

 

luz vela velada a sanha do destino

onde quer me levar?

 

luz, senha de um insensato incenso

o cheiro de tantas manhãs

deitado pensando

no mesmo locus amoenus,

em objetos distintos de objetivos diferentes

em qual descansa sem culpa a lupa de se perpassar

aprendizados diferentes?

escuto o criterioso destino em suas mandíbulas escrutinadoras

dilacerar minhas memórias

todas sobram, todas são motivos de perdão e compaixão

só a primeira do amor entregue, essa não!

depois deste todo amor é bem vindo, é faceiro, é festeiro, é em si amplo sem se que se possa saber.

é em si inteiro por se saber das amplitudes e capacidades

é em si irrestrito por saber o que se quem amar

 

Tiago Carneiro 20/04/2017

 

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